Sunday, July 22, 2007

exercício de aula...

"Aula de Sociologia da Comunicação recebe visita

Luís Pato fala sobre o futuro dos Média em formatos, conteúdos e acessos

O profissional da Televisão, investigador e professor, Luís Pato, foi dia 22 de Maio, extraordinariamente à aula de Sociologia da Comunicação do terceiro ano de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), para expor aos alunos algumas das conclusões a que chegou na sua Tese de Mestrado sobre os Meios Audiovisuais, e justificar a sua opinião quanto ao futuro dos «Média», tanto em relação aos formatos, como aos conteúdos e à forma como cada um vai ter acesso a eles.

Luís Pato começou por referir que: «A TV “tradicional” como a conhecemos tem os dias contados...a realidade muda, a TV será genericamente pensada para um público específico. Assim, terá de se adaptar tanto em formatos como em conteúdos.»

O «Futuro: multiplicidade de ecrãs- tv, telemóvel, mp3, mp4 (Ipod); Convergência entre TV/cinema, Internet e multimédia;»

Quanto ao Futuro, diz estar por Lei previsto que para 2010 a TV digital terrestre passe pela abertura da banda a 150 canais que cubram todo o território; IPTV- Internet Protocol Television, que consiste em ter mais serviços, por um menor custo;

Acredita que estes canais serão à luz de exemplos como: Famalicão TV (TV regional pela Internet), ou as existentes no Alentejo, Algarve e Açores; em que a televisão sobrevive por pagamento à peça,

Realçou o facto de ainda se verificarem desajustes ou mesmo ausência de formatos adaptados em casos como a TV mobile (nos telemóveis) ou “pseudo” jornais online (desadequados em temos de formato).

Introduziu na apresentação o conceito de «Crossmedia», advertindo que o que este conceito significa hoje é, em grande parte fruto de uma herança de civilizações como a dos Romanos, definindo-o como sendo “Diferentes manifestações comunicacionais que nos mostram a mesma realidade”. “O Big Brother foi o primeiro programa em crossmedia: imprensa, TV, mensagens de telemóvel, Internet.”

Deixou aos alunos a ideia de que, de acordo com os dados adquiridos e as previsões:

“Nós público, é que vamos construir a nossa própria realidade audiovisual”;

“Jamais seremos o Portugal sentado, seremos os produtores dos nossos conteúdos”."

p.s.: Apontamentos e construção do texto: MI Ramos.

Notícia (exercício prático)

"Sara Meireles apresenta o seu livro «Jornalistas Portugueses» na ESEC

Na segunda-feira dia quatro de Junho, a docente da Escola Superior de Educação de Coimbra, Sara Meireles, apresentou no Auditório da Instituição, pela mão da Editora Minerva Coimbra, o seu livro «Jornalistas Portugueses» por volta das 14h30.

A sessão foi iniciada pela moderadora Isabel Calado também docente na ESEC. Seguiu-se a intervenção do professor do ISCTE, José Luís Garcia, orientador da autora na tese de mestrado da qual resultou a obra apresentada.

José Luís Garcia falou acerca do papel do jornalista no jornalismo e do jornalismo na sociedade, considerando que “…o valor da informação pública é inalienável para as sociedades democráticas…”. Atribui ao panorama actual dos média uma metáfora dizendo que:”A actividade está entre a espada (tecnologias) e a parede (as aspirações do mercado); Outra espada é o mercado de quem é dono, sendo a parede, o mercado de quem compra, o leitor. Ter de se dar às pessoas aquilo que elas querem...não é esse o papel do jornalismo. Há que encontrar o ponto de equilíbrio.”

Para o professor e investigador, a novas tecnologias não têm trazido só vantagens para a actividade jornalística. “O facto de haver mais tecnologias de comunicação não justifica que haja mais comunicações;”, “As tecnologias da comunicação não são sinónimo de bem social;”, “Não temos de nos adaptar a todas as mudanças.”. Olha para o papel do jornalista com uma perspectiva crítica: “A perspectiva crítica cobra do jornalismo, perante a realidade das tecnologias/mercado, dada a fraca responsabilidade social”.

“Não devemos prescindir da camada profissional dos jornalistas, com um ideal cívico, que não se dissolva nas necessidades do mercado, que conceba ideias do nosso tempo, preocupado com o bem-estar democrático, onde a responsabilidade social tem como destino o mundo social.”

A jornalista Leonete Botelho também teceu algumas considerações em relação a estas problemáticas, assim como ao livro e ao próprio percurso da autora desde que a conheceu ainda enquanto estagiária. Referiu que na sua opinião estamos perante uma “cultura-lego” em que cada um se vê na possibilidade de montar para si o que da sociedade mais lhe convier.

A sessão acabou por se prolongar na discussão entre intervenientes acerca dos pontos levantados na mesa. Foi ainda aberto o debate à plateia."

p.S.: devido a problemas de incompatibilidade a fotografia da sessão não foi postada.

Breve (exercício prático)

"

Ensino Superior

ESEC comemora o Dia Mundial da Imprensa

Foto: Sandra Silva

Esta sexta-feira, dia 13 de Abril comemora-se o Dia Mundial da Imprensa. Para assinalar a data, a Escola Superior de Educação organiza um debate sobre a Imprensa em Portugal que está previsto para as 16h00.

Representantes dos diários «A Bola», «Diário de Notícias», «Público», «As Beiras» e «Diário de Coimbra» são convidados a falar aos presentes sobre a evolução da Imprensa em Portugal, a convivência do meio mais antigo com os novos meios de comunicação electrónicos, assim como a alteração do papel da imprensa e do próprio jornalista perante os novos utensílios.

Esta sessão é sobretudo direccionada aos alunos de comunicação social da instituição, mas será aberta a toda a comunidade."

p.s.: devido a problemas de incompatibilidade a fotografia da sessão não foi postada.

exercício de aula...

Estar Acerca Poder

Podemos Privilegiado Pormenores

Pretendem Distinguia Muitas vezes

Práticas Persuadir Prosseguiu-se

Incidem Facilmente Pressionar

Despertarem x tempo

Começo por referir que, não sendo “filha” da «sociedade de informação» (talvez irmã ou prima), tenho alguma dificuldade em saber o que existia antes e de como me posiciono perante esta realidade.

Até ao momento nunca tinha pensado que existiria uma dicotomia chamada Sociedade de Informação vs. Sociedade de Comunicação e que tais conceitos pudessem estar tão directamente relacionados com a realidade que nos circunda.

A sociedade de informação pretende a uniformização de formas e conteúdos, a padronização de práticas e da própria realidade;

Esta sociedade está assente na generalização de informação e potencializada a chegar a um maior número de pessoas;

“Informação é aquilo que forma/ que dá estrutura social”. O problema incide quando a inserção não é feita de forma sucessiva e voluntária, formando-se assim uma situação em que teoricamente há uniformização, mas em que não se trata de se despertarem interesses comuns, sendo que há um clima de pressão em que se presencia uma “Sociedade de adesão forçada” Dina Cristo. A “Integração não desejada intimamente” leva a que mais cedo ou mais tarde possa criar-se um clima de tensão que, pode culminar num corte ou numa espécie de revolução que proteste repentinamente contra esta forma de se transmitir a cultura e identidade de uma sociedade.

Esta sociedade de informação propõe uma nova forma de comunicação: as Novas Tecnologias da Comunicação; a inovação ligada à criatividade trazendo uma nova dicotomia de formas: a desmaterialização de conteúdos incluindo do próprio indivíduo.

Chegámos ao ponto em que tudo o que não tenha expressão digital está fora do “Portugal Moderno”.

Mantém-se a predominância do poder nas mãos de quem tem acesso às propostas desta capacidade de renovar e criar algo com valor acrescentado.

Não esquecendo a “Sociedade de Comunicação”, que procura a unificação, a relação liberta, a diversidade e a teoria como base para a troca eficaz de conteúdos entre sujeitos, empresas, etc. Com o tempo esta sociedade foi enfraquecendo e hoje em dia é tida como uma utopia. Os críticos mais acérrimos dizem até que a sociedade de informação foi concebida para que não haja comunicação, logo todas as premissas da sociedade de comunicação ficam ceifadas desde a sua origem, e impedidas de acontecer.

Exercício de aula. MIRamos

Dia Mundial da Saúde e Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho

Hoje em Coimbra

“I Jornadas de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho” na ESEC

Hoje, quarta-feira dia 18 de Abril, pode assistir e participar gratuitamente nas “I Jornadas de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho”, a realizar das 10h00 às 16h30 no Auditório da Escola Superior de Educação, pelas mãos da psicóloga da instituição, Dra. Catarina Neves.

Esta sessão tem como objectivos comemorar o Dia Mundial da Saúde e o dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho; Consciencializar para o papel dos agentes educativos na promoção de uma cultura de prevenção; Divulgar o Programa Nacional de Educação, Saúde e Segurança no Trabalho, assim como sensibilizar a Comunidade para a problemática da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho.

Serão distribuídas umas sacolas com folhetos informativos acerca das associações. Na sessão de abertura poderá contar-se com a presença do presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, Dr. Torres Farinha, o presidente do Concelho Directivo da ESEC, Dr. João Orvalho, assim como responsáveis das várias associações.

Sobre a associação de Prevenção de Consumos Recreativos em Meios Juvenis, o Dr. Fernando Mendes apresenta algumas conclusões de um estudo acerca dos comportamentos dos adolescentes e jovens da região centro, da mudança de valores e rituais, do consumo de substâncias lícitas e ilícitas, assim como o conhecimento em relação a comportamentos de risco. (contacto: www.irefrea.org ou irefrea@netcabo.pt)

Para representar a Associação para a Prevenção e Saúde no Trabalho, a Dra. Ana Paula Rosa, desmonta e concretiza o panorama das empresas especificado sobretudo, o que acontece nos estabelecimentos do ensino básico.

Da parte da tarde poderá ainda comparecer a uma intervenção do Prof. Doutor Machado Caetano – da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, e Presidente Honorário da FPCCSIDA, que pretende abordar a SIDA em Portugal, focando-se nas Perspectivas para os jovens. (Fundação Portuguesa “A Comunidade Contra a SIDA” do Centro: Av. Bissaya Barreto 3000-076 Coimbra, Tel.: 239 483 119/ 96 902 11 01).

Friday, July 20, 2007

A Sociedade do Efémero e do Vazio

«De que estamos cheios

-incapacidade de sentir

-pudor sentimental

-hiper-investimento no “eu”

-desejo de reconhecimento

-apatia/insensibilidade

-auto-protecção

«De que estamos vazios

-de solidariedade

-do desejo de partilha

-de emotividade

-altruísmo

-de uma consciência equilibrada

-de alma


“O ser que luta pela sua identidade está a despertar” Dina Cristo

O círculo do egocentrismo e da onda das modas está a reverter-se. De tanto nos habituarmos a ser o que a maioria ou uma minoria que desconhecemos quer que se sejamos, está a cansar mentalidades. Sentimos cada vez mais uma “extrodeterminação”, que é mais forte que a nossa consciência, que age para além da nossa vontade, que grita pela diferenciação.

De repente tornou-se “normal” ser “diferente”, isto é, passou a ser encarado pela “maioria” como sendo usual a “diversidade de estilos” e a conjugação dos vários acessórios que aos olhos dos “outros” nos caracterizam.

De tanto querermos sair da massa, dar o grito de revolta, sair da catalogação de géneros, comportamentos, classes sociais, tornamo-nos iguais a eles…iguais pelo menos na indiferença…na apatia!

Agora o apelo é à “reciclagem corporal”, uma nova versão do “mente sã em corpo são”, uma espécie de “mente aceite em corpo bem parecido”, em que o que importa são as aparências, em que até podemos ser um pouco caricatos, ter um pouco de atrevimento ou até sermos uma nadinha inconvenientes, mostrar alguma “personalidade” na multidão, desde que cultivemos os mesmos hábitos, desde que frequentemos os mesmos lugares, desde que aparentemente isso seja normal.

“O culto pela liberdade pessoal: a procura do interesse próprio e da realização dos seus desejos.”

Começa a ser agora possível, mesmo que disfarçadamente, ambicionar e procurar aquilo que somos para além do que querem que sejamos.

Escolher a direcção a tomar…o leque de opções e oportunidades abre-se e a noção de “sonho” é oferecida como resposta à «realização pessoal».

Acreditamos que finalmente poderemos “ser nós mesmos” sem rótulos nem receitas, que na sociedade haverá um cantinho à nossa medida, ou que esta nos “encherá as medidas”.

MAS, por todo o lado há solicitações, os padrões de liberdade aumentam consigo os padrões de exigência e essa mesma sociedade que apela aos nossos sentidos e aos nossos desejos de auto-satisfação.

É essa sociedade que diz permitir-nos uma “cultura-lego” e que somos nós os construtores da nossa vida com peças das mais variadas formas, diz-nos quais as peças que entram no jogo, as cores que têm quais as ranhuras que encaixam em quais das parcelas dessa mesma sociedade.

Damos a volta e voltamos ao mesmo, queremos ser diferentes escolhendo as diferenças que nos sugerem, queremos ser iguais a algo que não criámos…e esquecemo-nos de ser uns para os outros!

P.S.: Quando em miúda me comecei a aperceber de "mim", da minha pessoa, do "eu" que existia dentro do corpo com que existia, que me imaginei e me desejei diferente de todos...apesar de ver que mesmo fisicamente não havia alguém igual a mim, temia por essa pessoa que pensava dentro do corpo que brincava.
Depois, na adolescência fui tomando cada vez mais a consciência de que de facto estava a conseguir ver os resultados desse meu investimento da diferenciação...e não estavam a ser agradáveis...de um momento para o outro a vida obrigou-me a ser diferente...
transformou-me mais do que eu queria...
mais do que eu deixei...e cheguei a desejar de tal forma ser "simpesmente normal" que reneguei e repudiei a minha própria originalidade...
Agora ando de novo nos caminhos do único...retorno aos dias aurios de infância em que achava poder ser quem eu quizesse, em que, cheguei muitas vezes a conseguir querer ser...aquilo que já era!

Breve (exercício prático)









REGIONAL

Avaria no Regional da CP atrasa o percurso 45 minutos

"Ontem à noite, sexta-feira, o Regional da CP que fazia o seu percurso Coimbra-Aveiro pelas 22h06, acabou por ter de interromper o seu percurso devido a uma avaria na catenária.

Quando se aproximava da paragem na Pampilhosa, o comboio avariou-se e acabou mesmo por ter de parar. Os passageiros foram avisados da avaria mas essa foi a única informação fornecida pelos serviços.

Sem quaisquer tipo de danos, o comboio retomou a sua marcha a caminho do Aveiro tendo terminado o seu percurso com 45 minutos de atraso.

Segundo alguns passageiros, não é a primeira vez que este tipo de avarias acontece nos últimos meses.

Quando contactados, os serviços informativos da CP não quiseram prestar esclarecimentos acerca do assunto."

p.s.: fazia a viagem entre Coimbra e Aveiro nesta noite de sexta-feira. o comboio de facto parou e deram aos passageiros através da rádio a informação de que tinha ocorrido um problema na catenária. não explicaram o que isso queria dizer de facto ou quanto tempo isso implicaria de atraso até aos vários destinos mas só escrevi esta breve para me entreter enquanto a bateria do pc se aguentou. Ouvi alguns passageiros comentar que há várias semanas que alguns comboios andavam com problemas mas não interpelei ninguém nem procurei a CP para esclarecimentos.
(apesar de saber que seria o que teria de fazer para plubicar algo deste género)

a fotografia também é da minha autoria mas não foi tirada no dia do incidente.