Sunday, July 22, 2007

Porque Sociologia da Comunicação continua enquanto eu for um ser Social...enquanto eu Comunicar!

Depois de um ano de Sociologia da Comunicação...


...À parte dos textos construídos para a cadeira, das reflexões sugeridas pelos temas dados, das questões que surgiram de respostas dadas nas aulas, ou das respostas resultantes de perguntas feitas nas aulas...

Estudar Sociologia da Comunicação foi saber que, durante dois semestres de aulas iria ter três horas por semana onde parar para pensar, em tudo o que me rodeia...me envolve, me toca, me faz querer avançar...recuar, passar ao lado...

"levar com a teoria", "respeitar os temas" era só um pretexto para saber os nomes que podia dar ao que ja sabia, ou ao que queria perguntar...era ter um dicionário ou um formulário para avaliar e desmontar cada dia...

Agora que ja acabei a cadeira e que, provavelmente a minha avaliação está ditada, sei que aprendi muito para além da nota que tiver e que, seja qual for, será demasiado elevada tendo em conta tudo o que ainda poderia ter descoberto ou consolidado durante as aulas se tivesse tido MAIS Tempo...ou Paciência...Concentração...Energia...Vontade!

Encontrei um texto que escrevi recentemente numa fase de rescaldo de uma experiência nada positiva, pelo menos até que a apreenda...achei que este pedacinho poderia estar no contexto...

...afinal estamos a falar de Sociologia!

"...Cada dia que passa julgo-me uma pessoa mais culta…diariamente venho aprendendo pequenas e grandes coisas com aqueles com quem me cruzo e, para grande surpresa minha, comigo mesma!

Procuramos chegar ao fim…conhecer os contornos do mundo…esquecemo-nos que mal tocámos as nossas próprias fronteiras.

(...)Erro…autodestruo-me, contesto e volto a errar!"

Recenção

Recenção elaborada a partir do livro:«JORNALISMO ELECTRÓNICO», -Internet e Reconfiguração de Práticas nas redacções; BASTOS, Hélder da editora Minerva Coimbra, 2000;”

A referida Recenção foi estruturada: A.Introdução; B.1. Apresentação desenvolvida da temática contida na obra; B.2. Posições existentes/citadas do autor da obra/autores nela referidos; B.3. Contributo da obra para o conhecimento em que se insere; C. Crítica conclusiva

Devido à complexidade e extenção da mesma apenas postei o ponto C

C.Crítica Conclusiva:

"Considero fundamental referir que perante a vastidão de informação e a complexidade que este assunto encerra, não sou capaz de fazer uma qualquer crítica minimamente merecedora de importância e confiança. Analiso esta publicação com olhos de estudante e com a visão de quem nada sabe e nada conhece acerca deste assunto, sendo que estas foram as razões base para que a minha escolha recaísse neste livro. Assim, referirei os aspectos que acredito serem de relevância para uma noção geral daquilo que um leitor anónimo pode sentir quando se depare com esta obra, sendo esta análise sempre baseada no senso comum.

Em termos de estrutura considero que a obra seja: simples (com capítulos e alíneas; com conclusões referentes a cada um e por fim o exemplo português com os devidos resultados do estudo); clara (já que há aspas e referências bibliográficas); lógica (pois parte do geral, para o particular, desde a vertente histórica até à amostra em que se centrou a investigação).

Quanto ao conteúdo, creio que é uma boa compilação das obras já editadas acerca desta temática ao longo dos seus trinta e sete anos. A certa altura senti que havia alguma repetição de ideias, por vezes quase redundância de informação, que me confundiu e baralhou, sobretudo quando era remetida para páginas anteriores ou seguintes quanto a certo ponto. Nota-se que não há uma destacada e/ou definida amostra da opinião do autor, quer por tentativa de imparcialidade ou compreensão da própria percepção do mesmo em relação à temática. Assim é difícil entender em que é que está de acordo/desacordo com os autores que refere.

À parte de tudo isto, creio que a leitura desta obra foi uma mais valia para a minha compreensão do fenómeno que é a Internet e das reais potencialidades transformadoras dos media na sociedade em que futuramente pretendo trabalhar enquanto jornalista.

Constato com alguma surpresa e um certo descontentamento, que tendo a Internet quase quarenta anos e, já no seu nascimento, haver estudiosos atentos à sua passagem, capazes de prever vantagens e desvantagens, cortes e interacções com o jornalismo e o modo com se produzem conteúdos noticiosos de modo tradicional, ainda hoje, não ser possível viver neste meio em total consonância e harmonia, não se tirar total partido das potencialidades dos utensílios criados; e não ser possível encarar com confiança e tranquilidade os caminhos e veredas que a Internet apresenta aos seus utilizadores e aqueles que fazem de si, instrumento, veículo e/ou objecto de trabalho.

Para além disso sinto que os meios de comunicação tradicionais ainda estão na fase prevista em setenta, da “simples” transcrição de conteúdos dos seus formatos habituais para o ecrã do computador; que ainda não é possível em termos económicos ter jornalistas com formação específica em computadores e jornalismo em simultâneo, trabalhando exclusivamente com informação veiculada através e para consumidores virtuais.

Volto a referir que apesar de ter chegado a estas conclusões sei que não sou a primeira e que isto em nada melhora o panorama que refiro. Que a resolução destas limitações não é fácil e que a sociedade demora a mudar, sendo que estamos em Portugal numa fase de grande transformação, sobretudo nos últimos vinte anos.

Assim, recomendo ente livro aos profissionais da comunicação, para que possam “ter à mão” todo um conjunto de observações claras e úteis sobre relação Internet vs. media, e a estudantes de comunicação para que sejam forçados a reflectir sobre a sua formação e a sua postura perante a Internet no seu dia a dia e no seu futuro trabalho.

A Internet é hoje em dia uma força transformadora e impulsionadora da sociedade, seja enquanto utensílio, instrumento, meio, serviço...cabe a cada um com a sua devida formação e estatuto nessa sociedade, usá-la e manuseá-la de forma consciente e responsável. Dentro dos possíveis, conhece-la e respeitá-la, sabendo que o futuro dos comportamentos, das vontades e do conhecimento passaram irremediavelmente por ela.

Quanto aos meios de comunicação de massas e aos profissionais que exercem o papel de informadores do espaço público, creio que têm perante si, um grande desafio e um grande auxílio em simultâneo. Terão de saber com mais convicção qual o seu papel e quais os tramites legais e deontológicos segundo os quais se querem reger, de modo a evitar as armadilhas da rede e fazer valer o seu trabalho perante a panóplia de informação existente.

O jornalista será cada vez mais aquele que procura, aquele que filtra o que encontra e aquele que decide o que mostra, não podendo abdicar de uma formação adequada e de uma boa dose de bom senso." Mª Inês Ramos.

aula prática...praticada!

Informação Solidária

«Informação Solidária»

Apresentada e Debatida na ESEC

"A docente da Escola Superior de Educação de Coimbra, Dina Cristo, levou no dia 11 de Junho, pelas 10h30 ao Auditório da Escola, o novo conceito de “Informação Solidária” para alunos e especialistas da área da Comunicação Social.

Durante cerca de três horas o conceito, os métodos e as práticas foram apresentados pelo especialista Carlos Cardoso Aveline, que marcou presença através da videoconferência, falando aos presentes a partir do Rio de Janeiro. O representante da revista CAIS, Henrique Pinto e a jornalista freelancer Gabriela Oliveira mostraram como se pode concretizar diariamente a “Informação Solidária”.

Numa plateia maioritariamente constituída por estudantes de Comunicação Social, surgiram algumas questões tanto no que diz respeito ao “novo” conceito que data já da década de setenta, como à sua empregabilidade no dia-a-dia ainda enquanto estudantes e cidadãos.

Moderadora: Docente Dina Cristo

Convidados:

Carlos Cardoso Aveline – autor do livro “Informação Solidária” (vídeoconferência)

Henrique Pinto – revista CAIS

Gabriela Oliveira – freelancer

Carlos Cardoso Aveline:

(em videoconferência directamente do Brasil, Rio de Janeiro;)

A ética como centro do dever e da conduta do jornalista;

O papel/atitude do cidadão perante a comunicação social;

“A nova era solidária do terceiro milénio, será também a era da cidadania plena.”

“Os meios de comunicação Social são cruciais neste processo de mutação de indivíduos e sociedade.”


Projecta a postura da comunicação social e do público como responsáveis activos na participação do poder.

Acredita na alteração de visões e comportamentos de uns para com os outros através da alteração de temas, da forma como os média os abordam e da forma como, serão recebidos e procurados pelos espectadores.

Prevê a diminuição da importância/domínio do poder político na construção diária da sociedade, pois caberá ao próprio cidadão reflectir sobre o estado do seu país e terá, não só competências como também interesse e esclarecimento para participar activamente.

Defende uma mudança na pirâmide das temáticas que regem as agendas e que preenchem os ouvidos e os olhos de horror. Para o autor, o Ser Humano é tendencialmente pacífico, nascido para amar e querer o bem, procurar o bem-estar, logo, capaz de superar este momento mediático em que a guerra, a morte, a desgraça e o terror são o centro dos interesses.

Henrique Pinto:

Henrique Pinto ainda não teorizou aquilo a que já chama de “Informação Solidária”. Trabalha na CAIS há mais ou menos dez anos (não sei precisar), neste momento é um dos responsáveis máximos da instituição, logo está ligado à maioria das acções CAIS.

Partilhou com a audiência a sua vida enquanto CAIS e só através dela podemos chegar ao Henrique como pessoa.

A CAIS é hoje mais do que uma publicação mensal, um organismo vivo da qual depende a saúde mental e muitas vezes física de umas dezenas ou centenas de pessoas.

A CAIS vai ao encontro dos que vivem na rua...dos que procuram uma oportunidade para regressar ao seu caminho (irónico mas verídico...estão na rua mas não sabem o caminho).

A CAIS custa actualmente 2 euros, é vendida por pessoas que não tinham condições para sobreviver autonomamente, quer por problemas de saúde, que por acidentes, etc.

A revista era inicialmente gratuita mas as despesas que acarreta impediam o projecto de seguir e foi necessário reverter a situação para evitar a “falência”. Ainda assim, 70% da venda de cada revista vai para o vendedor, 15% para as despesas de produção, 15% para a CAIS.

Henrique Pinto viajou por vários países onde viveu e onde olhou e viu o que se passava à sua volta. Em Portugal quis usar essas experiências e o seu conhecimento, tanto pessoal como intelectual para fazer algo pelos que viu “excluídos”.

Conseguimos apercebemo-nos que é um homem de palavras fáceis, discurso fluido mas cuja mensagem tem de ser ouvida pausadamente e com alguma reflexão. Faz de realidades complexas, formas e simples resoluções, de grandes problemas, pequenos desafios que considera serem facilmente ultrapassados com a ajuda e vontade de todos.

Dá a cara e corpo não só por causas mas por consequências, não só pela entidade, mas pelas identidades que dela dependem e que nela se formam.

Conhece o valor dessas pessoas e sabe que no futuro poderão retribuir socialmente para o bem que, com a ajuda da CAIS e de todos, podem dela receber agora, quando precisam.

Henrique Pinto veio fundamentalmente dizer que a revista CAIS não é simplesmente uma publicação mensal feita em papel reciclado, vendida por pessoas maioritariamente excluídas da sociedade a que pertencem.

Veio mostrar que a revista CAIS é uma instituição em que pessoas trabalham por e para pessoas, sobre temas que dizem respeito a todas as pessoas, que afectam e intervêm na vida das pessoas, com o “bónus” de poderem melhorar a forma de estar e a conduta de outras pessoas (as que vendem e a que compram se souberem ver).

Para mim, Henrique Pinto é o espelho e o reflexo da CAIS, é um CAIS e um Navio que continua a transformar mentalidades e sobretudo a contribuir para a alteração de presentes e futuros.

Gabriela Oliveira:

Trabalha como freelancer tendo participado com reportagens em jornais e revistas como o JN e o Expresso.

Nunca tinha ouvido falar do conceito de “Informação Solidária”.

Aqui está uma diferença entre esta convidada e os outros: Carlos Cardoso conhece e estuda o movimento, Henrique Pinto trabalha numa área em que à prior se poderia juntar o conceito de “informação”, neste caso na revista e “solidariedade” na acepção mais comum da palavra. Já Gabriela, considerava apenas que como qualquer outro jornalista fazia o seu trabalho. Talvez soubesse ou sentisse que tinha tendência para querer abordar temas difíceis, pouco atraentes ao lucro, desconfortáveis...coisa de freelancer que não gosta de estar sujeito a rotinas e agenda mediática, a temas “pré-datados”, “meta-acontecimentos”, etc.

Foi realmente cativante ver que não tem de se possuir rótulos, que se pode ser “simplesmente” jornalista, fazer de forma “isenta e objectiva” a nossa obrigação e mesmo assim, estar a fazer mais, estar a fazer melhor, estar a fazer certo. Abordar com imparcialidades temas escolhidos com “sentido crítico”.

Sensibilizou-me a simplicidade e a ternura com que apresentou alguns dos seus trabalhos e a firmeza e frontalidade com que relatou a forma como encara um trabalho desde que o pensa até que o publica. Desde a construção e busca da informação até ao confronto, nem sempre pacífico com as entidades que depois lho compram e publicam.

Mais uma vez foi referida a importância de cada um “fazer a sua parte”, construir com o que está ao seu alcance, dar o seu contributo.

Falou-se de novo do estar atento, ser activo, intervir, usar a sua voz, recorrer aos meios que nos podem dar essa voz."

p.s.: esta sessão foi organizada pela docente Dina Cristo tendo sido completada e acompanhada pelos alunos de Sociologia da Comunicação, sobretudo pelos alunos Bruno Castro e Sandra Silva.

exercício de aula...

"Aula de Sociologia da Comunicação recebe visita

Luís Pato fala sobre o futuro dos Média em formatos, conteúdos e acessos

O profissional da Televisão, investigador e professor, Luís Pato, foi dia 22 de Maio, extraordinariamente à aula de Sociologia da Comunicação do terceiro ano de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), para expor aos alunos algumas das conclusões a que chegou na sua Tese de Mestrado sobre os Meios Audiovisuais, e justificar a sua opinião quanto ao futuro dos «Média», tanto em relação aos formatos, como aos conteúdos e à forma como cada um vai ter acesso a eles.

Luís Pato começou por referir que: «A TV “tradicional” como a conhecemos tem os dias contados...a realidade muda, a TV será genericamente pensada para um público específico. Assim, terá de se adaptar tanto em formatos como em conteúdos.»

O «Futuro: multiplicidade de ecrãs- tv, telemóvel, mp3, mp4 (Ipod); Convergência entre TV/cinema, Internet e multimédia;»

Quanto ao Futuro, diz estar por Lei previsto que para 2010 a TV digital terrestre passe pela abertura da banda a 150 canais que cubram todo o território; IPTV- Internet Protocol Television, que consiste em ter mais serviços, por um menor custo;

Acredita que estes canais serão à luz de exemplos como: Famalicão TV (TV regional pela Internet), ou as existentes no Alentejo, Algarve e Açores; em que a televisão sobrevive por pagamento à peça,

Realçou o facto de ainda se verificarem desajustes ou mesmo ausência de formatos adaptados em casos como a TV mobile (nos telemóveis) ou “pseudo” jornais online (desadequados em temos de formato).

Introduziu na apresentação o conceito de «Crossmedia», advertindo que o que este conceito significa hoje é, em grande parte fruto de uma herança de civilizações como a dos Romanos, definindo-o como sendo “Diferentes manifestações comunicacionais que nos mostram a mesma realidade”. “O Big Brother foi o primeiro programa em crossmedia: imprensa, TV, mensagens de telemóvel, Internet.”

Deixou aos alunos a ideia de que, de acordo com os dados adquiridos e as previsões:

“Nós público, é que vamos construir a nossa própria realidade audiovisual”;

“Jamais seremos o Portugal sentado, seremos os produtores dos nossos conteúdos”."

p.s.: Apontamentos e construção do texto: MI Ramos.

Notícia (exercício prático)

"Sara Meireles apresenta o seu livro «Jornalistas Portugueses» na ESEC

Na segunda-feira dia quatro de Junho, a docente da Escola Superior de Educação de Coimbra, Sara Meireles, apresentou no Auditório da Instituição, pela mão da Editora Minerva Coimbra, o seu livro «Jornalistas Portugueses» por volta das 14h30.

A sessão foi iniciada pela moderadora Isabel Calado também docente na ESEC. Seguiu-se a intervenção do professor do ISCTE, José Luís Garcia, orientador da autora na tese de mestrado da qual resultou a obra apresentada.

José Luís Garcia falou acerca do papel do jornalista no jornalismo e do jornalismo na sociedade, considerando que “…o valor da informação pública é inalienável para as sociedades democráticas…”. Atribui ao panorama actual dos média uma metáfora dizendo que:”A actividade está entre a espada (tecnologias) e a parede (as aspirações do mercado); Outra espada é o mercado de quem é dono, sendo a parede, o mercado de quem compra, o leitor. Ter de se dar às pessoas aquilo que elas querem...não é esse o papel do jornalismo. Há que encontrar o ponto de equilíbrio.”

Para o professor e investigador, a novas tecnologias não têm trazido só vantagens para a actividade jornalística. “O facto de haver mais tecnologias de comunicação não justifica que haja mais comunicações;”, “As tecnologias da comunicação não são sinónimo de bem social;”, “Não temos de nos adaptar a todas as mudanças.”. Olha para o papel do jornalista com uma perspectiva crítica: “A perspectiva crítica cobra do jornalismo, perante a realidade das tecnologias/mercado, dada a fraca responsabilidade social”.

“Não devemos prescindir da camada profissional dos jornalistas, com um ideal cívico, que não se dissolva nas necessidades do mercado, que conceba ideias do nosso tempo, preocupado com o bem-estar democrático, onde a responsabilidade social tem como destino o mundo social.”

A jornalista Leonete Botelho também teceu algumas considerações em relação a estas problemáticas, assim como ao livro e ao próprio percurso da autora desde que a conheceu ainda enquanto estagiária. Referiu que na sua opinião estamos perante uma “cultura-lego” em que cada um se vê na possibilidade de montar para si o que da sociedade mais lhe convier.

A sessão acabou por se prolongar na discussão entre intervenientes acerca dos pontos levantados na mesa. Foi ainda aberto o debate à plateia."

p.S.: devido a problemas de incompatibilidade a fotografia da sessão não foi postada.

Breve (exercício prático)

"

Ensino Superior

ESEC comemora o Dia Mundial da Imprensa

Foto: Sandra Silva

Esta sexta-feira, dia 13 de Abril comemora-se o Dia Mundial da Imprensa. Para assinalar a data, a Escola Superior de Educação organiza um debate sobre a Imprensa em Portugal que está previsto para as 16h00.

Representantes dos diários «A Bola», «Diário de Notícias», «Público», «As Beiras» e «Diário de Coimbra» são convidados a falar aos presentes sobre a evolução da Imprensa em Portugal, a convivência do meio mais antigo com os novos meios de comunicação electrónicos, assim como a alteração do papel da imprensa e do próprio jornalista perante os novos utensílios.

Esta sessão é sobretudo direccionada aos alunos de comunicação social da instituição, mas será aberta a toda a comunidade."

p.s.: devido a problemas de incompatibilidade a fotografia da sessão não foi postada.

exercício de aula...

Estar Acerca Poder

Podemos Privilegiado Pormenores

Pretendem Distinguia Muitas vezes

Práticas Persuadir Prosseguiu-se

Incidem Facilmente Pressionar

Despertarem x tempo

Começo por referir que, não sendo “filha” da «sociedade de informação» (talvez irmã ou prima), tenho alguma dificuldade em saber o que existia antes e de como me posiciono perante esta realidade.

Até ao momento nunca tinha pensado que existiria uma dicotomia chamada Sociedade de Informação vs. Sociedade de Comunicação e que tais conceitos pudessem estar tão directamente relacionados com a realidade que nos circunda.

A sociedade de informação pretende a uniformização de formas e conteúdos, a padronização de práticas e da própria realidade;

Esta sociedade está assente na generalização de informação e potencializada a chegar a um maior número de pessoas;

“Informação é aquilo que forma/ que dá estrutura social”. O problema incide quando a inserção não é feita de forma sucessiva e voluntária, formando-se assim uma situação em que teoricamente há uniformização, mas em que não se trata de se despertarem interesses comuns, sendo que há um clima de pressão em que se presencia uma “Sociedade de adesão forçada” Dina Cristo. A “Integração não desejada intimamente” leva a que mais cedo ou mais tarde possa criar-se um clima de tensão que, pode culminar num corte ou numa espécie de revolução que proteste repentinamente contra esta forma de se transmitir a cultura e identidade de uma sociedade.

Esta sociedade de informação propõe uma nova forma de comunicação: as Novas Tecnologias da Comunicação; a inovação ligada à criatividade trazendo uma nova dicotomia de formas: a desmaterialização de conteúdos incluindo do próprio indivíduo.

Chegámos ao ponto em que tudo o que não tenha expressão digital está fora do “Portugal Moderno”.

Mantém-se a predominância do poder nas mãos de quem tem acesso às propostas desta capacidade de renovar e criar algo com valor acrescentado.

Não esquecendo a “Sociedade de Comunicação”, que procura a unificação, a relação liberta, a diversidade e a teoria como base para a troca eficaz de conteúdos entre sujeitos, empresas, etc. Com o tempo esta sociedade foi enfraquecendo e hoje em dia é tida como uma utopia. Os críticos mais acérrimos dizem até que a sociedade de informação foi concebida para que não haja comunicação, logo todas as premissas da sociedade de comunicação ficam ceifadas desde a sua origem, e impedidas de acontecer.

Exercício de aula. MIRamos